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Folha Jundiaiense

Tragédia no Cefet-RJ: duas mulheres mortas a tiros em ataque violento

Ataque ocorreu na unidade do Centro Federal de Educação Tecnológica no Maracanã, Rio de Janeiro

Tragédia no Cefet-RJ: duas mulheres mortas a tiros em ataque violento
Foto: Divulgação/Cefet-RJ

Duas mulheres foram mortas a tiros dentro do Cefet-RJ, no Maracanã, e o atirador se suicidou em seguida.

Tragédia no Cefet-RJ: duas mulheres mortas a tiros

Na tarde do dia 28 de outubro, duas mulheres foram mortas a tiros dentro do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) Celso Suckow da Fonseca, localizado no Maracanã, zona norte do Rio de Janeiro. O atirador, que também era funcionário da instituição, teria tirado a própria vida logo em seguida. As vítimas, Allane de Souza Pedrotti Matos e Layse Costa Pinheiro, foram levadas ao Hospital Municipal Souza Aguiar, onde uma delas chegou já sem vida. A outra ficou em estado gravíssimo e não sobreviveu, apesar dos esforços da equipe médica.

Investigação em andamento

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e está à frente da investigação. Diligências estão sendo realizadas para apurar os fatos e entender as motivações por trás do ataque, que chocou a comunidade acadêmica e a sociedade em geral.

Reações e solidariedade

O ministro da Educação, Camilo Santana, lamentou a tragédia em suas redes sociais, expressando suas condolências às famílias das vítimas e à comunidade do Cefet-RJ. Ele destacou que as estruturas do Ministério da Educação estão mobilizadas para oferecer apoio necessário nesse momento de dor e perplexidade.

A deputada estadual Elika Takimoto, que também é professora no Cefet, compartilhou sua tristeza ao conhecer as vítimas e descreveu o evento como “devastador”. Ela pediu conforto para as famílias e ressaltou a necessidade de apoio à comunidade escolar, que se encontra em estado de choque e luto.

Direitos humanos e segurança nas escolas

Além das manifestações de pesar, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, também se pronunciou sobre o ataque. Ela enfatizou que é inaceitável que instituições de ensino sejam alvos de violência e defendeu a construção de uma cultura de paz e segurança nas escolas. A preocupação com a segurança em ambientes educacionais se torna ainda mais relevante após um episódio tão trágico.

Conclusão

A morte de Allane e Layse não apenas marca uma tragédia pessoal para suas famílias e amigos, mas também levanta questões cruciais sobre a segurança nas escolas e a violência que, infelizmente, pode atingir até mesmo os ambientes mais sagrados de aprendizado. A sociedade aguarda respostas e ações efetivas para que episódios como este não se repitam.

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