Pesquisa Engaja S/A 2025 aponta o menor índice de engajamento da série histórica; Freehelper aposta no impacto social como estratégia para fortalecer a cultura organizacional e preparar equipes para 2027.
Apenas 39% dos trabalhadores brasileiros se consideram engajados com o trabalho, enquanto as perdas econômicas associadas ao desengajamento chegam a R$ 77 bilhões por ano. Os dados são da terceira edição da pesquisa Engaja S/A, realizada pela Flash em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), que identificou o menor nível de engajamento desde o início da série histórica do levantamento. O cenário acende um alerta para as empresas que buscam melhorar a produtividade, reter talentos e fortalecer a relação entre profissionais e organizações.
Divulgado em 2025, o estudo ouviu 5.397 profissionais de todas as regiões do país. Do total de entrevistados, 54% foram classificados como desengajados e 7% como ativamente desengajados. A pesquisa também estimou que o turnover (rotatividade de funcionários) responde por cerca de R$ 71 bilhões das perdas anuais, enquanto o presenteísmo (quando o profissional está presente, mas apresenta produtividade reduzida) representa outros R$ 6,3 bilhões.
O levantamento também identificou sinais de alerta sobre a permanência dos profissionais nas empresas: 60% dos entrevistados disseram ter pensado em pedir demissão com alguma frequência. Entre os trabalhadores ativamente desengajados, esse percentual chegou a 60% para aqueles que pensavam frequentemente em deixar o emprego, o que reforça a importância de iniciativas voltadas ao ambiente de trabalho, ao desenvolvimento profissional e ao vínculo com a organização.
Impacto social como estratégia de engajamento
Diante desse cenário, a Freehelper, por meio do studio.fh, propõe experiências de impacto social como parte das estratégias de desenvolvimento de equipes e fortalecimento da cultura organizacional. A iniciativa conecta empresas a organizações sociais por meio de ações de voluntariado, mentoria e atividades colaborativas, com projetos personalizados de acordo com os objetivos de cada negócio.
A proposta é transformar o propósito em uma experiência concreta para os colaboradores. Ao participar de iniciativas que respondem a desafios reais das comunidades, os profissionais têm a oportunidade de desenvolver competências, colaborar com colegas de diferentes áreas e ampliar a compreensão sobre o impacto de suas atividades.
“Estamos repensando o team building tradicional ao incorporar o impacto social a essas experiências. Queremos inovar em práticas já conhecidas pelo mundo corporativo, transformando momentos de integração entre equipes em oportunidades de engajamento e contribuição para a sociedade”, afirma Pedro Eilert, fundador da empresa.
Planejamento para 2027
Com a aproximação do final do ano, o studio.fh oferece experiências corporativas de curta duração para empresas que desejam associar as atividades de integração ao desenvolvimento de pessoas e ao impacto social. Os formatos incluem palestras sobre propósito e voluntariado, jornadas para formação de embaixadores internos e oficinas práticas com organizações sociais.
“A proposta é levar o tema do engajamento para o planejamento estratégico das empresas, com iniciativas que conectem desenvolvimento de equipes, cultura organizacional e contribuição social. Em vez de restringir a integração a uma atividade pontual, a intenção é criar experiências alinhadas aos objetivos corporativos para o próximo ano”, ressalta Pedro.
Mais informações sobre o Studio FH estão disponíveis no site studio.freehelper.com.br ou no perfil oficial da empresa no Instagram: @studio.freehelper.



