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Folha Jundiaiense

Jundiaí sedia encontro sobre resíduos sólidos com foco em inovação e sustentabilidade

Jundiaí será palco de mais um importante debate ambiental. No dia 15 de abril, a cidade promove o segundo encontro sobre resíduos sólidos, reunindo especialistas, autoridades e representantes da sociedade.

O evento “Lixo: Oportunidades e Desafios” ocorre das 8h30 às 17h, no auditório do CIESP Jundiaí. A participação é aberta ao público.

Depois do sucesso da primeira edição, realizada em março, o novo encontro aprofunda discussões sobre gestão e aproveitamento de resíduos sólidos em Jundiaí.

Jundiaí amplia debate sobre resíduos sólidos e inovação

O encontro é organizado pelo FORCIS (Fórum Regional do Comércio, Indústria e Serviços de Jundiaí e Região). O objetivo é esclarecer o caminho dos resíduos e apresentar soluções tecnológicas atuais.

Segundo Wagner Vieira Chachá, presidente da Associação dos Engenheiros de Jundiaí, o tema exige atenção coletiva.

“Entendemos que os resíduos que antes pareciam sem valor podem gerar benefícios ambientais, energia e até resultados econômicos significativos, mas que depende de uma ação conjunta, então governo, iniciativa privada e toda a sociedade”.

Programação técnica aborda políticas públicas e tecnologias

A programação foi dividida em dois períodos. Pela manhã, especialistas discutem políticas públicas, financiamento e aspectos legais dos resíduos sólidos. À tarde, a partir das 14h, empresas apresentam tecnologias modernas utilizadas no Brasil.

Essas soluções mostram caminhos viáveis para transformar resíduos em energia. Para conferir todos os detalhes e reservar seu lugar, acesse o Sympla.

Cidade enfrenta desafios e oportunidades na gestão de resíduos sólidos

Com quase 1 milhão de habitantes na região, Jundiaí lida diariamente com a gestão de resíduos urbanos. A cidade gera cerca de 12 mil toneladas de lixo por mês.

Mas esse volume pode representar uma oportunidade. O município pode produzir CDR (Combustível Derivado de Resíduos), capaz de gerar energia.

A economia anual pode chegar a aproximadamente R$ 20 milhões. Além disso, o aproveitamento energético reduz custos com aterros e diminui emissões de gases. Consequentemente, a prática contribui para uma matriz energética mais diversificada e sustentável.

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