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Viúva de Arlindo Cruz fala sobre o legado e a dor da perda

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Babi Cruz reflete sobre os desafios e a importância da obra do sambista

Viúva de Arlindo Cruz fala sobre o legado e a dor da perda
Babi Cruz em evento sobre Arlindo Cruz. Foto: Instagram @arlindocruzobem

Babi Cruz relembra a trajetória ao lado de Arlindo e o impacto de sua obra.

Reflexões da viúva de Arlindo Cruz sobre a dor e o legado

Babi Cruz, viúva de Arlindo Cruz, participou do projeto “Ivete Clareou” nesse sábado (22/11), onde falou sobre sua experiência após a morte do sambista, ocorrida em agosto aos 66 anos. Em entrevista à repórter Katharine Alves, Babi expressou que a perda de Arlindo foi um processo de luto que começou muito antes de sua partida, devido às sequelas de um AVC que o artista sofreu há oito anos e meio.

“Oito anos e meio lidando diuturnamente entre a vida e a morte. Então, ninguém é feliz o tempo todo e ninguém é infeliz o tempo todo. A vida é feita de fases, de ciclos”, relatou Babi, enfatizando a complexidade emocional que vivenciou ao lado do sambista. Para ela, chegou um momento em que ambos precisavam descansar, reconhecendo que o espírito de Arlindo continua a iluminar sua vida.

O legado de Arlindo Cruz e a nova fase de Babi

A viúva destacou a importância do legado deixado por Arlindo, mencionando o livro “O Sambista Perfeito: Arlindo Cruz”, que ela apresentou a Ivete Sangalo durante o evento. “Esse livro eu prometi para a Ivete, é a biografia do Arlindão, escrita a quatro mãos pelo jornalista Marcos Salles e por mim”, explicou Babi, ressaltando que a obra é uma celebração da vida e carreira do sambista.

Babi também comentou sobre o impacto que seu novo relacionamento, iniciado antes da morte de Arlindo, teve sobre seus filhos, Arlindinho e Flora Cruz. Ela dividiu sua rotina entre os cuidados com Arlindo e o processo de reconstrução emocional que enfrentou após anos de dedicação. “Os filhos lidaram bem com a situação, foi um processo difícil, mas necessário”, afirmou.

A importância da memória e da música

A empresária e produtora não deixou de mencionar a música como um meio de manter viva a memória de Arlindo: “Eu estou aqui vivendo hoje, ouvindo a obra dele, que é eterna, né? Tudo que o Arlindo fez é eterno, ele é uma fonte inesgotável de luz e possibilidades”.

Babi Cruz, que compareceu ao evento acompanhada do namorado, André Caetano, demonstra que, apesar da dor da perda, está pronta para seguir em frente, sempre carregando consigo a luz e o legado do sambista. Para Babi, a vida é feita de ciclos, e agora ela busca viver cada um deles plenamente.

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