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Trump classifica ataque a militares perto da Casa Branca como ato de terror

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Presidente dos EUA se manifesta após troca de tiros em Washington que deixou dois soldados feridos

Trump classifica ataque a militares perto da Casa Branca como ato de terror
Troca de tiros ocorreu perto da Casa Branca. Foto: Nathan Howard

Dois soldados da Guarda Nacional foram baleados em Washington; Trump chama ato de terror.

Ataque a militares em Washington: detalhes do incidente

Na tarde de quarta-feira (26), um ataque a dois soldados da Guarda Nacional ocorreu em Washington, a poucos quarteirões da Casa Branca. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, imediatamente classificou o episódio como um ‘ato de terror’. O Departamento de Justiça já abriu uma investigação formal sobre o ocorrido, evidenciando a seriedade do ataque.

Identificação do suspeito e contexto do ataque

O suspeito, identificado como Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos, foi detido após uma intensa troca de tiros com os militares. Ele também ficou ferido durante o confronto. De acordo com informações da Reuters, Lakanwal é um afegão que vive ilegalmente nos Estados Unidos. Ele entrou no país em 2021 com um visto especial destinado a afegãos que auxiliaram o governo americano durante a guerra no Afeganistão.

Impacto imediato e resposta das autoridades

Os dois soldados atingidos fazem parte do contingente da Guarda Nacional mobilizado por Trump desde agosto para patrulhar a capital. Ambos foram levados a hospitais em estado grave. A prefeita de Washington, Muriel Bowser, descreveu o ataque como um ‘tiroteio direcionado’ contra os integrantes da Guarda Nacional, ressaltando a gravidade do ato.

Reações e medidas de segurança

O episódio levou a Casa Branca a acionar um alerta vermelho, indicando um potencial risco de vida dentro do complexo presidencial. Inicialmente, o nível de ameaça foi elevado, mas posteriormente reduzido para laranja. Durante o lockdown, as entradas e saídas do edifício foram bloqueadas pelo Serviço Secreto, e ruas ao redor foram interditadas para garantir a segurança dos cidadãos.

Consequências para a aviação e comentários do presidente

A Agência de Aviação Civil suspendeu temporariamente todas as decolagens do Aeroporto Ronald Reagan por questões de segurança, mas os voos foram retomados em menos de uma hora. Trump, que não estava em Washington no momento do ataque devido ao Feriado de Ação de Graças, usou suas redes sociais para se referir ao atirador como um ‘animal’ e afirmou que ele ‘pagará um preço muito alto’.

Reforço na segurança e críticas à mobilização da Guarda Nacional

O secretário de Guerra, Pete Hegseth, anunciou o envio de mais 500 soldados para reforçar a segurança na cidade. O ataque ocorre em um contexto de presença ampliada da Guarda Nacional na capital, onde mais de 2 mil soldados foram deslocados desde agosto, após Trump assumir o controle federal da polícia local. A prefeita Bowser criticou essa mobilização, chamando-a de ‘alarmante e sem precedentes’. Recentemente, uma juíza federal havia determinado o fim dessa operação, mas suspendeu a decisão por 21 dias para que o governo decidisse se iria recorrer ou retirar as tropas.

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