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Thamires Garcia questiona proibição de crianças em cultos e gera polêmica.

Guarda Municipal de Jundiaí

Thamires Garcia Gera Polêmica ao Comparar Igrejas a Faraó por Restrições a Crianças

A cantora gospel Thamires Garcia causou polêmica ao comparar igrejas que não permitem a presença de crianças nos cultos com a figura do faraó do Egito. A declaração foi feita durante um episódio do podcast Jesus Copy e rapidamente se disseminou nas redes sociais.

Críticas à Prática de Exclusão

Em um trecho amplamente divulgado, Thamires narra a experiência de ser orientada a encaminhar seu filho ao ministério infantil durante uma visita a uma igreja, sob a justificativa de que “criança atrapalha o culto”. A cantora relatou que a igreja em questão impedia a permanência de crianças no espaço principal da celebração.

Segundo Thamires, pais cujos filhos não permaneciam sozinhos na sala infantil eram direcionados a um ambiente separado, onde o culto era transmitido por meio de uma tela. Ela argumenta que essa prática resulta na exclusão de mães e crianças da adoração coletiva.

Comparação com Episódio Bíblico

No decorrer do podcast, Thamires descreveu a situação como uma possível “estratégia satânica” e estabeleceu um paralelo com a narrativa bíblica do Êxodo, onde o faraó concede permissão apenas aos homens para adorar, deixando para trás mulheres e crianças.

Esclarecimentos da Cantora

Após a ampla repercussão de suas declarações, Thamires Garcia publicou um comentário buscando esclarecer seu posicionamento. Ela ressaltou que o vídeo em circulação corresponde a um recorte de um podcast mais extenso e que o contexto completo é fundamental para a compreensão de suas ideias.

Thamires enfatizou que não é contrária ao ministério infantil e lembrou que foi ainda na infância que aceitou a fé cristã. Ela esclareceu que sua crítica se dirige especificamente à proibição da presença de crianças no ambiente do culto.

A cantora também detalhou que a criança mencionada na situação era seu próprio filho, que se manteve em silêncio durante a celebração, e que o espaço para onde as mães eram direcionadas não era um local destinado a cuidados básicos, como amamentação.

Thamires reiterou sua convicção de que impedir a participação de crianças e mulheres no culto coletivo carece de fundamento bíblico e promove a exclusão dentro da comunidade religiosa.

Contexto

O debate levantado por Thamires Garcia sobre a inclusão de crianças em cultos religiosos reacende discussões sobre acessibilidade e participação de diferentes grupos dentro das igrejas, um tema relevante para famílias e líderes religiosos que buscam promover ambientes acolhedores e inclusivos.

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