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Romário avalia Ancelotti e dá nota 6,5 como treinador da Seleção

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O tetracampeão fala sobre desafios e expectativas para a Copa de 2026

Romário avalia Ancelotti e dá nota 6,5 como treinador da Seleção
Romário avalia Ancelotti como treinador da Seleção Brasileira. Foto: Thales Marques

Romário deu nota 6,5 para Ancelotti e comentou sobre os desafios da Seleção Brasileira rumo à Copa de 2026.

O tetracampeão mundial Romário, senador pelo PL-RJ, fez uma análise detalhada do desempenho do técnico Carlo Ancelotti à frente da Seleção Brasileira após a última Data FIFA de 2023. Em sua coluna, Romário não hesitou em dar uma nota 6,5 ao trabalho do treinador italiano, destacando os desafios que ainda estão por vir.

Romário enfatizou que Ancelotti enfrenta o maior desafio de sua carreira ao comandar a Seleção Brasileira, afirmando que o treinador ainda precisa comprovar seu trabalho em partidas contra grandes seleções. “Com Ancelotti, o time oscilou bastante. Fez boas partidas contra o Chile e a Coreia, mas teve dificuldades contra Japão e Bolívia”, comentou o ex-jogador.

Desempenho e Expectativas

O ex-atacante destacou que, embora o trabalho de Ancelotti seja promissor, a necessidade de um padrão de jogo consistente é crucial para o sucesso da equipe na Copa do Mundo de 2026. Ele disse: “Se quiser chegar forte em 2026, o Brasil precisa de padrão e de testes pesados.”

Romário também elogiou a consolidação da dupla de volantes, Casemiro e Bruno Guimarães, que têm se mostrado fundamentais para o esquema tático do treinador. “Casemiro é seu homem de confiança e Bruno Guimarães tem sido o único jogador titular em todos os jogos sob seu comando”, disse.

Novos Talentos na Seleção

Além da análise do desempenho do time, Romário comentou sobre o surgimento de novas peças ofensivas, destacando o jovem atacante Estevão. “Esse moleque joga muito! É o artilheiro da Era Ancelotti, com cinco gols. E gol é o que mais importa para um atacante. Mas a concorrência é grande”, afirmou Romário, referindo-se aos 48 jogadores convocados, sendo 13 atacantes.

Ele também mencionou a expectativa de retorno de Raphinha na próxima temporada e como isso pode impactar na dinâmica do ataque. “Vamos ver como o italiano vai fazer esse encaixe, mas Estevão tem lugar nesse time”, completou.

O Desafio de Comandar a Seleção

Apesar dos elogios, Romário fez um alerta importante: “Comandar uma seleção, ainda mais a brasileira, é bem diferente do que dirigir um clube. Requer mais jogo de cintura, tem menos tempo para trabalhar, e os jogadores se apresentam em condições físicas e técnicas diferentes.” Para ele, o verdadeiro teste para Ancelotti ainda está por vir, e isso será crucial para o seu sucesso à frente da Seleção Brasileira.

Romário concluiu sua análise ressaltando que a responsabilidade de Ancelotti é imensa e que o futuro da Seleção Brasileira depende de como o técnico lidará com os desafios à sua frente.

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