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Quadro de Klimt é vendido por R$ 1,25 bilhão em leilão histórico

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A obra 'Retrato de Elisabeth Lederer' se torna a mais cara da arte moderna

Quadro de Klimt é vendido por R$ 1,25 bilhão em leilão histórico
Retrato de Elisabeth Lederer, de Klimt. Foto: Divulgação/Sotheby's — Foto: “Retrato de Elisabeth Lederer”, de Klimt (Divulgação/Sotheby’s)

A obra de Gustav Klimt foi vendida por US$ 236,4 milhões, tornando-se a mais cara da história.

No dia 6 de outubro de 2023, em um leilão realizado na Sotheby’s, em Nova York, o quadro “Retrato de Elisabeth Lederer”, do renomado pintor Gustav Klimt (1862-1918), foi vendido por impressionantes US$ 236,4 milhões, aproximadamente R$ 1,25 bilhão. Esta transação fez da obra a mais valiosa já vendida em um leilão, estabelecendo um novo marco na história da arte moderna.

Detalhes sobre a obra e sua venda

Criada em 1916, a pintura retrata Elisabeth Lederer, filha de um dos maiores mecenas de Klimt. Com a venda, a obra não apenas superou o recorde anterior, de US$ 157,2 milhões, alcançado pela pintura “Nu Deitado” de Amedeo Modigliani em 2018, mas também destacou o crescente interesse e investimento em arte contemporânea.

De acordo com informações do jornal The Wall Street Journal, a disputa pelo quadro foi bastante acirrada, com pelo menos seis licitantes ativos. Um dos participantes entrou na competição somente quando o valor já havia atingido US$ 171 milhões. A batalha de lances durou cerca de 20 minutos e culminou com uma oferta por telefone de um comprador anônimo.

Contexto da venda e seu impacto no mercado de arte

A obra estava anteriormente no acervo de Leonard Lauder, herdeiro da famosa empresa de cosméticos Estée Lauder, que faleceu em junho deste ano. Lauder havia emprestado a pintura para a National Gallery do Canadá, onde foi exibida antes do leilão. A Sotheby’s, que organizou o leilão, assegurou um valor mínimo de US$ 150 milhões para a venda, assumindo o risco financeiro caso os lances não atingissem essa quantia.

A venda do quadro de Klimt é vista como um indicador da saúde do mercado de arte, que continua a atrair investidores de alto perfil e a quebrar recordes. A procura por obras de grandes mestres, como Klimt, reflete uma tendência crescente entre os colecionadores em investir em arte como um ativo seguro.

Outras obras no leilão

Além do “Retrato de Elisabeth Lederer”, o leilão da Sotheby’s também apresentou outras obras de grande valor. Entre elas, destacou-se a escultura “America”, um vaso sanitário de ouro maciço criado pelo artista Maurizio Cattelan, avaliado em cerca de US$ 10 milhões. Esta peça, assim como a pintura de Klimt, exemplifica a diversidade e a ousadia do mercado de arte contemporânea.

Em resumo, a venda do quadro de Klimt por R$ 1,25 bilhão não só marca um momento histórico para a arte moderna, mas também reforça a crescente valorização de obras-primas no cenário global.

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