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Profecia de missionária sobre tragédia em MG se concretiza.

Guarda Municipal de Jundiaí

Missionária afirma ter previsto tragédia em Minas Gerais antes das fortes chuvas

Temporal na Zona da Mata Mineira deixou dezenas de mortos e milhares de desabrigados

A missionária Cristina Maranhão declarou ter profetizado uma calamidade em Minas Gerais antes das intensas chuvas que atingiram a Zona da Mata nos últimos dias. O desastre natural resultou em 59 mortes, conforme o boletim divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Juiz de Fora e Ubá foram as cidades mais impactadas pela força da água.

Juiz de Fora concentra o maior número de vítimas e desabrigados

Em Juiz de Fora, foram encontrados 53 corpos, e 13 pessoas permanecem desaparecidas. O município contabiliza 3,5 mil desalojados e 253 desabrigados. Já em Ubá, foram registradas seis mortes e duas pessoas seguem sendo procuradas. Ao todo, as equipes de resgate salvaram 239 pessoas com vida.

Profecia sobre o estado circulou nas redes sociais após as enchentes

Antes da tragédia, a missionária declarou durante um culto: “Deus está de olho em Minas Gerais (…) eu vou sacudir a terra, vai mudar as condições climáticas”. A declaração ganhou grande repercussão nas redes sociais após a divulgação dos estragos causados pelas enchentes.

“Tudo alagado”: relato da missionária sobre a visão que teve do desastre

Em um podcast, Cristina Maranhão relatou ter tido uma visão do cenário. “Eu vi assim, tudo alagado. (…) Você só via a copa das árvores. Não via teto de casa, não via carro. Tava tudo mergulhado”, afirmou, comparando a cena a um desastre com lama e barragem.

Apelo por orações após a confirmação das mortes

Após a confirmação das mortes, Cristina Maranhão pediu orações pelas cidades atingidas. “Vamos orar, porque a coisa é lamentável. (…) Famílias perdendo tudo, perdendo vida”, declarou ao comentar a situação em Minas Gerais.

Contexto

A forte chuva que assolou Minas Gerais causou grande destruição e perdas de vidas, evidenciando a vulnerabilidade de algumas áreas e a necessidade de medidas de prevenção e resposta a desastres naturais. A declaração da missionária, anterior à tragédia, gerou debates sobre fé, previsão e a interpretação de eventos climáticos extremos.

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