Polícia Civil e CPFL combatem furto de energia em fábrica de Jundiaí
A Polícia Civil e a CPFL Piratininga intensificaram, ao longo de fevereiro, as operações de combate a fraudes e furtos de energia elétrica em Jundiaí. Uma das ações resultou na identificação de um desvio de energia embutido na instalação elétrica de uma fábrica de pequeno porte na cidade.
Inspeção revela desvio de energia e suspensão do fornecimento
Durante a inspeção, técnicos da CPFL constataram uma diferença significativa entre a carga de energia medida na entrada da instalação e o registro do medidor, indicando consumo irregular. A Polícia Científica prestou apoio com perícia técnica no local. A polícia foi acionada, registrando um boletim de ocorrência. Os responsáveis pela fraude foram conduzidos à delegacia e o fornecimento de energia para a unidade consumidora foi suspenso.
Furto de energia: crime com pena de prisão e riscos à segurança
A CPFL Piratininga alerta que fraudar ou furtar energia é crime previsto no Código Penal, sujeito a pena de um a quatro anos de reclusão, além de multa e da cobrança retroativa dos valores da energia consumida irregularmente. A empresa ressalta ainda que as ligações clandestinas representam um risco à segurança da população, podendo causar sobrecarga na rede, curtos-circuitos e incêndios, além de comprometer a qualidade do fornecimento de energia na região.
CPFL adota estratégia contínua contra perdas comerciais
As operações fazem parte da estratégia permanente da CPFL Piratininga para combater as chamadas “perdas comerciais”. A distribuidora utiliza tecnologia e análise de dados para identificar padrões atípicos de consumo, direcionando as inspeções de forma mais precisa. A CPFL reforça que denúncias de fraude ou furto de energia podem ser feitas anonimamente por meio do aplicativo “CPFL Energia” ou pelo site oficial da empresa.
Contexto
O combate ao furto de energia é crucial para garantir a segurança da rede elétrica, a qualidade do fornecimento e a justiça tarifária para todos os consumidores. As perdas causadas por essas irregularidades impactam diretamente nos custos da energia, que são parcialmente repassados aos demais usuários. A ação conjunta da Polícia Civil e da CPFL visa coibir essa prática criminosa e proteger a população.