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Morte de integrante da Guarda Nacional dos EUA em ataque próximo à Casa Branca

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Sarah Beckstrom, de 20 anos, foi baleada e não sobreviveu aos ferimentos; ataque é investigado como ato de terrorismo.

Morte de integrante da Guarda Nacional dos EUA em ataque próximo à Casa Branca
Cena do ataque em Washington. Foto: Nathan Howard

Sarah Beckstrom, integrante da Guarda Nacional dos EUA, morreu após ataque próximo à Casa Branca.

A Guarda Nacional dos EUA está em luto após a confirmação da morte da integrante Sarah Beckstrom, de 20 anos, que foi baleada em um ataque ocorrido em Washington, D.C., na última quarta-feira, 26. O presidente Donald Trump anunciou a morte durante uma coletiva, destacando a gravidade do incidente que também deixou um colega ferido, o sargento Andrew Wolfe, de 24 anos, que permanece em estado crítico.

O ataque aconteceu nas proximidades da Casa Branca, onde ambos os soldados da Guarda Nacional da Virgínia Ocidental estavam posicionados para apoiar uma operação contra o crime. O autor do ataque, identificado como Rahmanullah Lakanwal, um afegão de 29 anos, entrou nos Estados Unidos em 2021, durante a retirada das tropas americanas do Afeganistão. Ele foi aprovado através de um programa de acolhimento de afegãos desenvolvido pelo governo Biden.

Detalhes sobre o suspeito e o ataque

Lakanwal reside em Bellingham, Washington, com sua esposa e cinco filhos. Relatos indicam que ele se deslocou para a capital americana de carro. Câmeras de segurança mostraram que ele se aproximou da esquina onde os guardas estavam posicionados e começou a disparar. As autoridades afirmaram que pelo menos um guarda revidou, mas não está claro se ele era um membro da Guarda Nacional ou parte de outra força de segurança.

Após o ataque, Lakanwal foi imobilizado e está sob custódia. Trump declarou que o suspeito estava gravemente ferido, embora outras fontes tenham confirmado que ele não corre risco de vida. A situação está sendo tratada com seriedade, e o diretor do FBI, Kash Patel, declarou que o incidente é investigado como terrorismo. As autoridades acreditam que Lakanwal agiu sozinho, mas a investigação continua em andamento.

Reação do governo e reforço militar

Após o ataque, Trump se manifestou, afirmando que o responsável ‘pagará um preço muito alto’ e expressou seu apoio à Guarda Nacional e às forças de segurança. Além disso, o presidente anunciou o envio de mais 500 soldados da Guarda Nacional para Washington, embora os detalhes sobre a origem dessas tropas ainda não tenham sido esclarecidos.

A situação gerou uma resposta rápida das autoridades, que estão revisando os protocolos de segurança na capital. Este ataque destaca as crescentes preocupações sobre a segurança, especialmente em locais sensíveis como a Casa Branca.

Este trágico evento ressalta a importância de discussões sobre segurança e a proteção dos cidadãos e das forças armadas em tempos de incerteza. A nação observa atentamente enquanto as investigações continuam e as autoridades trabalham para garantir a segurança pública.

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