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Dasa (DASA3) tem valorização de 20% após resultados positivos do 3T

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Ação da Dasa apresenta forte crescimento com sinais de recuperação operacional

Dasa (DASA3) tem valorização de 20% após resultados positivos do 3T
Dasa

A Dasa (DASA3) teve valorização de 20% após a divulgação de resultados positivos no terceiro trimestre.

Dasa (DASA3) registra valorização significativa após resultados do 3T

As ações da Dasa (DASA3) mostraram uma forte valorização de 20% nesta sexta-feira (14), após a divulgação de resultados robustos no terceiro trimestre de 2025. Esse desempenho é um indicativo claro de que a companhia está avançando no processo de turnaround, apresentando melhorias em suas margens e na geração de caixa. Às 12h39, os papéis estavam cotados a R$ 2,29.

O Bank of America (BofA) comentou sobre os resultados, afirmando que eles reforçam a confiança na capacidade da Dasa de executar seu plano de recuperação. O banco destacou a redução no prazo de recebíveis, resultado de um maior alinhamento com as operadoras, além da expectativa de que a margem Ebitda atinja 22% até 2026. Riscos positivos também foram apontados, como a possibilidade de venda de ativos hospitalares e clínicas de oncologia.

No terceiro trimestre, a receita líquida da Dasa alcançou R$ 5,737 bilhões, um aumento de 11,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entretanto, o BofA também ressaltou um desafio significativo: a necessidade de lidar com R$ 2,5 bilhões em dívidas que vencem em 2026. Para mitigar esse risco, a Dasa anunciou a emissão de debêntures no valor de R$ 1,1 bilhão, com vencimento em 2030. A recomendação de compra do banco foi mantida, com um preço-alvo de R$ 3.

Análise do Goldman Sachs sobre a Dasa

O Goldman Sachs também avaliou o desempenho da Dasa, concluindo que a empresa apresentou uma combinação positiva entre a redução da dívida líquida e indicadores operacionais sólidos. A companhia conseguiu reduzir sua dívida líquida em R$ 685 milhões em comparação ao trimestre anterior, impulsionada por vendas de ativos e um fluxo de caixa operacional robusto. Os analistas do Goldman Sachs notaram uma melhora significativa na rentabilidade da divisão de diagnósticos, com uma expansão de 6,2 pontos percentuais na margem bruta em relação ao ano anterior, resultado de uma alavancagem operacional maior e ganhos de eficiência.

Apesar dos resultados positivos, o Goldman Sachs manteve uma recomendação neutra para as ações da Dasa, fixando um preço-alvo de R$ 1,60. O BTG Pactual também destacou melhorias nas margens, relatando uma receita bruta de R$ 2,85 bilhões, alinhada com suas expectativas. O Ebitda ajustado foi de R$ 684 milhões, 17% superior ao esperado, com uma margem de 26,2%.

Perspectivas futuras e recomendações

O fluxo de caixa livre da Dasa foi de R$ 368 milhões, quase quatro vezes superior ao do ano anterior, beneficiado por uma administração mais eficiente de capital de giro e um capex reduzido. A dívida líquida caiu para R$ 6,1 bilhões após vendas de subsidiárias, resultando em uma alavancagem de 3,38 vezes, abaixo dos limites estabelecidos. O BTG, no entanto, manteve sua recomendação neutra, citando o alto risco associado à execução do turnaround da empresa.

Por fim, o Bradesco BBI também reconheceu os avanços operacionais, especialmente nas áreas de Diagnósticos e eficiência administrativa, o que pode levar a uma revisão positiva de sua recomendação no futuro. Contudo, eles mantêm uma posição neutra em relação às ações DASA3, devido ao valuation limitado, embora reconheçam sinais encorajadores para margens e geração de caixa nos próximos trimestres.

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