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CPMI do INSS solicita prisão preventiva de 27 pessoas

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Investigação sobre fraudes no instituto avança com pedidos no STF

A CPMI do INSS já aprovou pedidos de prisão preventiva de 27 pessoas, com dois já detidos. A análise das solicitações está a cargo do STF.

Em 6 de novembro de 2025, a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já aprovou pedidos de prisão preventiva de 27 pessoas. As solicitações foram encaminhadas e aguardam análise no STF (Supremo Tribunal Federal).

Detalhes das prisões

Dentre os pedidos, dois já resultaram em prisões a pedido da PF (polícia federal): Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e Maurício Camisotti, ambos acusados de operar um esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados. As prisões foram autorizadas pelo STF em setembro, com a PF alegando risco de fuga e ocultação de patrimônio.

Avanços na CPMI

A CPMI, que se reuniu diversas vezes, já havia aprovado anteriormente pedidos de prisão para 21 pessoas, além de outras aprovações em reuniões recentes. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), tem pressionado publicamente para que os pedidos enviados ao ministro André Mendonça avancem, destacando a importância das medidas cautelares, como o confisco de passaportes dos alvos.

Depoimentos e desdobramentos

Até o momento, 11 das 27 pessoas solicitadas tiveram seus depoimentos ouvidos, com três delas enfrentando prisões em flagrante devido a contradições. A CPMI continua a investigar e a lista inclui nomes relevantes, como o advogado Nelson Wilians Fratoni Rodrigues e ex-servidores do INSS, como Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, afastado após a Operação Sem Desconto.

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