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Cláudio Castro responde críticas de Boulos sobre operação no Rio

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Governador do Rio se defende em evento em são paulo

Governador do Rio, cláudio castro, criticou Guilherme Boulos em resposta a declarações sobre a megaoperação no Rio, realizada em outubro.

Na noite de sábado (8), em são paulo, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), fez declarações contundentes contra o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), chamando-o de “paspalhão”. A resposta veio após críticas de Boulos à Operação Contenção, que ocorreu no estado.

Críticas e defesa da operação

Durante a 56ª Convenção da Conib (Confederação Israelita do Brasil), Castro se referiu às declarações de Boulos, que, em agenda no Morro da Lua, afirmou que governadores alinhados a Jair Bolsonaro “preferem fazer demagogia com sangue”. Boulos criticou a postura dos governadores, incluindo Castro e Tarcísio de Freitas, de são paulo, que, segundo ele, tratam a população como bandidos.

Impacto da Operação Contenção

A Operação Contenção, realizada em 28 de outubro, resultou em centenas de mortos e foi defendida por Castro como um movimento necessário. Ele afirmou que “o que aconteceu no Rio não foi uma operação, foi o início de um movimento”, ressaltando que a população não suporta mais a criminalidade.

Propostas para a segurança

Guilherme Boulos também mencionou a iniciativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em abordar a questão do crime organizado por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e do Projeto de lei (PL) Antifacção, que devem ser analisados pelo Congresso até o fim do ano. Boulos enfatizou a importância de um combate mais eficaz ao crime, citando a Operação Carbono Oculto da Polícia Federal como um exemplo de abordagem correta, mirando aqueles que realmente controlam o crime, e não as comunidades.

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