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China e Brasil fortalecem aliança ambiental em Belém

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Colaboração em questões climáticas é debatida na COP30

Brasil e China reforçam a aliança ambiental durante a COP30 em Belém, mas a contribuição para o TFFF ainda não está garantida.

Em Belém, 5 de outubro de 2023, a COP30 serve como palco para o Brasil e a China intensificarem sua aliança ambiental, aproveitando o espaço deixado pela ausência dos Estados Unidos no evento. O vice-primeiro-ministro da China, Ding Xuexiang, enfatizou a importância do multilateralismo e da agenda ambiental, alinhando-se ao discurso do Palácio do Planalto.

A importância do multilateralismo

O discurso de Xuexiang, que falou após Lula, ressaltou a necessidade de ações concretas para enfrentar os desafios climáticos. Ele afirmou que “todas as partes devem defender o verdadeiro multilateralismo” e que é fundamental traduzir compromissos climáticos em ações. O vice-primeiro-ministro também mencionou que a COP de Belém deve ser uma plataforma para implementar acordos existentes.

Expectativas em relação ao TFFF

Apesar da aproximação, não há garantias de que a China contribuirá para o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF). O Brasil, representado por diplomatas cautelosos, espera que a China faça um aporte, mas a mensagem enviada até agora sugere que isso pode depender de contribuições de países desenvolvidos. A China argumenta que, embora tenha a maior taxa de emissão de CO2, não tem a maior taxa per capita, o que diminui sua responsabilidade nas negociações.

Perspectivas futuras

Diplomatas brasileiros estão otimistas, acreditando que o aporte chinês pode ser confirmado nas próximas semanas, com uma data idealizada sendo a reunião do G20 na África do Sul, programada para os dias 22 e 23 de novembro. O fortalecimento da aliança entre os dois países pode trazer avanços significativos na luta contra as mudanças climáticas e na promoção de um futuro mais sustentável.

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