Defesa de Bolsonaro Solicita Assistência Religiosa na PF
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que ele receba assistência religiosa enquanto estiver custodiado na Superintendência da polícia federal em Brasília.
Pedidos de Visita
O pedido especifica que as visitas seriam realizadas pelo bispo Robson Rodovalho e pelo pastor Thiago Manzoni. Segundo os advogados de Bolsonaro, ambos já prestavam acompanhamento espiritual ao ex-presidente anteriormente.
As visitas, se autorizadas, ocorrerão sob supervisão da Polícia Federal.
Quem são os religiosos
Robson Rodovalho é bispo e fundador da igreja Sara Nossa Terra. Ele possui décadas de atuação como líder evangélico, escritor e palestrante.
Thiago Manzoni é pastor evangélico e deputado distrital pelo PL no Distrito Federal. Ele também mantém atividades pastorais e já participou de eventos religiosos com Bolsonaro.
Argumentação da Defesa
No pedido ao STF, a defesa argumenta que a assistência religiosa é um direito assegurado pela Constituição e pela Lei de Execução Penal, inclusive para indivíduos sob custódia.
Os advogados afirmam que o atendimento religioso pode ser realizado de forma individual, sem perturbar a rotina da unidade prisional ou representar um risco à segurança.
Decisão Pendente
O ministro Alexandre de Moraes será o responsável por analisar o pedido e decidir se autoriza ou não as visitas religiosas a Jair Bolsonaro durante o período em que ele estiver sob custódia.
Contexto
A solicitação de assistência religiosa para o ex-presidente Jair Bolsonaro enquanto ele está sob custódia na Polícia Federal levanta discussões sobre o direito à liberdade religiosa em contextos de privação de liberdade, um tema relevante no âmbito jurídico e social.